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“Não Existe Engenharia Forte Sem Servidores Valorizados”, Defende Rute Carvalhal

A valorização dos servidores dos conselhos profissionais passou a ocupar espaço central no debate sobre o futuro da engenharia brasileira. Em meio ao avanço da digitalização, ao aumento das demandas técnicas e à modernização da fiscalização, cresce dentro do Sistema Confea/Crea a discussão sobre carreira, condições de trabalho e fortalecimento institucional.

Na Bahia, a engenheira civil e de segurança do trabalho Rute Carvalhal, candidata à presidência do CREA-BA, defende que os servidores exercem papel estratégico para garantir a segurança das obras, a eficiência da fiscalização e o desenvolvimento econômico do estado. Segundo ela, não existe sistema forte sem valorização humana e sem investimentos permanentes em qualificação profissional.

Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão recomposição salarial, implantação de planos de carreira, realização de concursos públicos, fortalecimento da saúde mental e modernização das relações de trabalho. Rute também destaca a necessidade de resolver a questão das desigualdades existentes entre os próprios CREAs do país, principalmente nas áreas de remuneração, benefícios e capacitação.

O debate ganhou ainda mais força após a apresentação do Plano de Trabalho 2027/2029 da candidata, que propõe modernização administrativa, com o “Projeto Servidor 360” usando ferramentas inovadoras de inteligência artificial na fiscalização, ampliação da transparência institucional e programas voltados ao bem-estar dos servidores e à inclusão dentro da engenharia baiana.

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