O próximo dia 18 de agosto de 2025 já pode entrar no calendário afetivo de quem ama cultura, palavras e humanidade. Das 14h às 17h, o Auditório Jorge Calmon, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um verdadeiro santuário da palavra viva no coração de Salvador, que acontecerá o tão aguardado 1º Encontro de Escritores da Bahia, parte essencial do Festival Literário para a Cultura de Paz (FLICPAZ). com apoio do Hari Brust que faz parte do movimento de defesa do Meio Ambiente do PDT da Bahia.
A iniciativa nasceu do sonho do professor e escritor Ricardo Justo, que sempre acreditou que a leitura e a escrita podem — e devem — ser ferramentas de transformação. E ele não só acredita. Ele faz acontecer.
Essa será uma declaração de que a literatura é capaz de reconstruir histórias, curar feridas, unir gerações. De cada texto, conto ou poema, nasce um pedaço novo da Bahia. Um pedaço que escuta, que respeita, que acolhe.
O encontro será um verdadeiro desfile de mentes brilhantes. Estarão lá Ederson Galeno, Emiliano José, Joaci Góes, Joviniano Neto, Nelson Cerqueira, Nilo Belotto e Taurino Araújo. Nomes que carregam consigo a história, a resistência e a beleza da literatura baiana.
Cada um trará suas vivências, memórias, provocações. Será um bate-papo com alma. O tipo de conversa que te fará sair mais leve, e mais inquieto, com aquela vontade de escrever, de ler, de mudar o mundo.
O evento se estrutura em três pilares emocionantes e profundamente necessários:
Um convite à leitura como prática cidadã, principalmente em tempos onde tanta gente perdeu o hábito de ler. Aqui, a ideia é simples e poderosa: quando a gente lê, a gente se entende melhor — e entende melhor o outro.
Espaço de acolhimento e estímulo para novos autores. Porque todo mundo tem uma história para contar — só precisa de apoio, escuta e coragem. E o encontro é isso: um abraço em quem quer transformar dor em poesia.
Unir escritores, educadores, leitores e estudantes num mesmo espaço. A meta? Gerar diálogo. Conversar. Trocar ideias. Porque a cultura da paz começa quando a gente senta e escuta o outro com o coração aberto.
O encontro é gratuito e acessível, reunindo um público diverso. Desde jovens estudantes de escolas públicas até professores aposentados, passando por famílias inteiras que irão viver, juntas, uma tarde de emoção e troca.






















