A tendência é o vinho europeu ir barateando conforme as tarifas forem caindo em etapas, então o desconto chega aos poucos e depende do repasse de importadores e varejo. Queijos e chocolates entram nessa mesma lógica: vai baixando devagar, e a gente só vê o preço “ceder” quando a cadeia inteira resolve repassar.
Aqui eu fico mais esperançoso, porque existe pressão real para reduzir custo de itens de saúde. Ainda assim, o ritmo vai depender do que estiver na lista e de quando o acordo de fato começar a valer, já que ele ainda precisa passar por etapas de aprovação/ratificação. Ou seja: pode ser mais rápido em alguns produtos farmacêuticos, mas não dá para prometer “queda imediata” para tudo.
Enquanto a gente sonha com vinho mais barato, lá do lado europeu o clima é de cuidado com o agro. A UE prevê cota de 99 mil toneladas de carne bovina do Mercosul com tarifa de 7,5%, e, no frango, uma cota de 180 mil toneladas com benefício tarifário até o limite. Isso explica por que tem agricultor e governo europeu batendo o pé: o acordo mexe com mercado, voto e medo de concorrência.























Uma resposta
Maravilhoso ❤️