Na madrugada de 16 de julho, uma tragédia abalou a comunidade acadêmica e o país. Um grave acidente na BR-153, em Porangatu (GO), envolvendo um ônibus que transportava estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA), deixou cinco mortos e ao menos 18 feridos — oito em estado grave. Os jovens seguiam em direção a Goiânia para participar do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), um dos maiores eventos estudantis do Brasil.
A colisão envolveu um ônibus, uma carreta e um micro-ônibus. Segundo relatos preliminares, o condutor da carreta estaria dirigindo em zigue-zague momentos antes do impacto, o que pode ter contribuído para a tragédia. A dinâmica do acidente ainda está sendo investigada pelas autoridades.
Diante da gravidade do caso, uma força-tarefa foi mobilizada para garantir atendimento integral às vítimas. Equipes de resgate, saúde e assistência social foram acionadas para prestar socorro imediato, enquanto os estudantes que viajavam nos demais ônibus da caravana receberam apoio psicológico e logístico.
A UFPA e a UNE emitiram notas de pesar, expressando solidariedade às famílias das vítimas e cobrando rigor nas apurações. A tragédia reacende o debate sobre segurança nas estradas e responsabilidade no transporte de passageiros, especialmente em eventos que mobilizam jovens de todo o país.
Atualização
Tragédia em Goiás
Presidente Lula deve reunir com os sobreviventes do acidente que deixou 5 mortos e 18 feridos, em Goiás.
O chefe executivo deve fazer isso antes da abertura do Conferência da UNE, em Goiás.
O Ministro da Educação também deve participar do evento na UFG. Até então, o MEC permanece em silêncio sobre a tragédia com os estudantes da UFPA.
























